segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011



Francisco Vieira

Um dos pontos favoráveis ao avião russo Sukhoi SU-35 é que ele é o único que foi feito para país de tamanho continental (o francês e o sueco são para países europeus, pequenos, com a autonomia ficando em segundo plano), por isso ele foi adotado na Índia e na China. Quanto maior for o alcance da aeronave, tanto menos aeródromos serão necessários construir. Quanto mais alta for a eficiência operacional de cada caça, tanto menor será a quantidade de aeronaves necessárias para o cumprimento das missões atribuídas.

Por suas características técnicas e operacionais o SU-35 supera significativamente todas as aeronaves apresentadas pelos concorrentes: É o mais veloz (2.400 km/h em altura de 11.000m), tem maior relação empuxo/peso, tem quase duas vezes maior vantagem no alcance (3.600 km sem tanques externos de combustível) em comparação com aeronaves francesas e suecas.

O Gripen NG é equipado somente com uma turbina, um fator que diminui significativamente a segurança e a sobrevivência de aeronave no combate, pois se houver problema não dá para parar e empurrar; pode levar 8 toneladas de armamento, o que é 1,5 vezes superior às do Rafale e do Gripen.

Além disso, a fabricante russa do avião tem uma grande vantagem em relação aos nossos concorrentes: cumpriu a completa transferência tecnológica para produção das aeronaves SU-27 na China e SU-30 na Índia.

Sei que parece besteira alguém imaginar o Brasil sendo atacado. Pelo menos hoje seria besteira, mas, e daqui a cinquenta anos? Quais serão os recursos que faltarão no mundo? Quem serão os governantes da época? Não se constrói a defesa de um país do dia para a noite.

Mas a pedra da coroa russa atualmente não é esse avião, é o T-50 PAK-FA, de quinta geração, supostamente invisível (ou quase) ao radar e em desenvolvimento simultâneo com a Índia (a China também está fazendo o dela, o J-20 – para variar, pelo menos a fuselagem é uma “inspiração” do F-22 americano, o único de quinta geração a operar atualmente) e também foi ofertada participação ao Brasil.

Mas não podemos esquecer o Projeto Sivam e queda do Ministro da Aeronáutica da época, nos avisando que, no Brasil, nem sempre o melhor vence as licitações…

Acredito eu que o avião russo seja o mais adequado ao Brasil. Por que acredito? Ora, se os pilotos que irão voar e arriscar as suas vidas preferiram o russo, ele deve ser o melhor! Também acho que eles e os engenheiros aeronáuticos deveriam ser os únicos a darem “pitacos” na escolha. Perguntar ao Jobim, por exemplo, qual é o melhor avião seria a mesma coisa que pedi-lo para medir o “ângulo de permanência de uma biela”, definir o que é pós-combustor ou que fizesse a escolha entre o cateterismo ou uma cirurgia em um paciente cardíaco!

Cada macaco deveria ficar no seu galho. Fonte: Tribunal da Internet

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

domingo, 4 de dezembro de 2011

sábado, 3 de dezembro de 2011

28/10/2012 / Russia_RSM-56 Bulava Nuclear SLMB Successful Test


video


The Bulava (Russian: Булава, lit. "mace"; designation RSM-56, NATO reporting name SS-NX-30, GRAU index 3M30) is a submarine launched ballistic missile under development for the Russian Navy and to be deployed on the new Borei class of ballistic missile nuclear submarines. It is intended as the future cornerstone of Russia's nuclear triad, and is the most expensive weapons project in the country. The weapon takes its name from bulava, a Russian word for mace.


O Bulava (em russo:. Булава, aceso "mace"; designação RSM-56, nome do relatório NATO SS-NX-30, GRAU índice 3M30) é um submarino de mísseis balísticos lançados em desenvolvimento para a Marinha russa e para ser implantado no novo Borei classe de submarinos de mísseis balísticos nucleares. Pretende-se como a pedra angular futuro da tríade nuclear da Rússia, e é o mais caro projeto de armas no país. A arma tem o seu nome Bulava, uma palavra russa para mace.

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